terça-feira, 14 de julho de 2009

AMOR DE DOIS

[Amor !] Não é ? Talvez seja ? Louca loba rouba [meu coração]. Mas no final me deixa na mão ! Ou [será] que a culpa é minha ? Arrogânica, aprisionamento [mútuo], será essa a chave que pode fazer tudo ficar [como] eu quero ?
Não, [você não é capaz de entender], sua mácara [é mais forte que o mundo], não se quebra [com] uma porrada de [carinho], [mas] fica [cada vez mais] forte com desprezo, altivez [talvez].
Não dá [para entender] ! [claro que dá] ! Só que [é] incabível, inaceitável que [para] uma boa arrogância, [sempre] haja [um belo, belo amor].
[Lições de amor nos demos quando nos demos chance], mas parece que a velha cartilha deve ser repetida, [e a cada nova chance tudo acontece] de modo [semelhante].
[O ódio e o amor são] tão próximos quanto o zero e o um, ou podem ser [tão distantes quanto o infinito]. Não posso [entender seus/meus passos]. Risos. Palmas. [Bis]. Choro. Um novo cigarro. [Um porre]. O que aconteceu ?
[E aí voce se me esbarra, agarra, larga]. Sua libido sobe. Estoura e então se perde. [Mesmo nessa confusão], algo faz sentido. VOCE. [Louco ? Sim, mas lúcido] como uma criança.
Sincero

[Sincero]

Sincero
[Sincero]

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